Sinais da Palavra

11.º Domingo do Tempo Comum – Ano B

Deixarmos que essa grande semente, semente de esperança e de eternidade, em nós vá crescendo continuamente, sem sabermos como, mas não fechando o nosso coração em terra árida de quem não acredita e nada mais espera.

Porque a esperança do Reino dos Céus tem de crescer em nós, ao longo da vida, como semente lançada pelo próprio Deus, mas que precisa do nosso cuidado e do nosso esforço continuamente.

E, tal como na semente, não importa o seu tamanho, mas a vitalidade que lhe vamos atribuindo, deixando-a germinar de todo o coração, para também nela encontrarmos alívio e força ao longo desta caminhada neste mundo.

E, como lembrava São Paulo, «nós estamos sempre cheios de confiança, sabendo que, enquanto habitarmos neste corpo, vivemos como exilados, longe do Senhor, pois caminhamos à luz da fé e não da visão clara», mas não nos deixamos obscurecer nesta procura do Senhor, vivendo cada momento como um tempo mais em que nos aproximamos dessa meta.

Com a confiança de quem se entrega sempre mais ao Senhor, porque Ele mesmo nos diz, na profecia de Ezequiel: «humilho a árvore elevada e elevo a árvore modesta, faço secar a árvore verde e reverdeço a árvore seca».

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