Sinais da Palavra

15º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Por: Pe. Nuno Azevedo

E como cuidamos nós o acolher desta Palavra, que vem de Deus e como Ele nos diz, «não volta sem ter cumprido a minha vontade, sem ter realizado a sua missão»?

Nessa imagem magnífica e de fácil compreensão, já que o próprio Jesus a explica, para que não restem dúvidas, vejamos e analisemos a nossa própria vida, o nosso próprio «terreno» para acolher esta Palavra feita semente.

E certamente, se nos perguntarem, todos nós seremos «boa terra», bem preparados e prontos a produzir frutos, «ora cem, ora sessenta, ora trinta por um».

Mas, não é só a nossa vontade de ser boa terra. É a forma como acolhemos, mas também como deixamos que esta Palavra produza frutos em nós… E a forma como vamos cuidando e multiplicando esses frutos, como deixamos que eles aconteçam na nossa vida…

Lembremos os exemplos dos terrenos pedregosos e cheios de espinhos, que acolhem a Palavra, mas não a deixam criar raízes ou crescer livres das preocupações e outros interesses que a abafam. Não deixam de acolher, como nós em tantas celebrações, mas rapidamente a esquecem e abafam…

E, sabemos que todo o esforço agora feito não será em vão. Como lembrava São Paulo: «eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que se há de manifestar em nós». Mas, essa glória começa a transformar-nos desde já…

Como diz Jesus, no evangelho: «quem tem ouvidos, oiça»…

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