Sinais da Palavra

17º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Por: Pe. Nuno Azevedo

Olhar a sabedoria como um tesouro, a capacidade de discernir e saber bem escolher como uma dádiva.

Sentir que se encontrou o tesouro escondido no campo e há que fazer tudo para o poder encontrar, para o sentir como nosso.

Descobrir a mais bela pérola, mas não ficar apenas à distância, a olhar sempre de longe, até ao ponto de se duvidar da sua existência e se desistir, contentando-se com pedras que até parecem brilhar mais, mas não são essa pérola de valor incalculável, que é preciso sentir como nossa, tomar nas mãos, que é o Reino dos Céus.

Sentir que um dia seremos um dos peixes apanhados na rede, mas que tudo fizemos para ser dos bons peixes, daqueles que serão guardados para a eternidade.

Até porque, como diz S. Paulo, «Deus concorre em tudo para o bem daqueles que O amam, dos que são chamados, segundo o seu desígnio». Não segundo as nossas vontades e caprichos, mas segundo o desígnio deste Deus que ama e chama.

Aprendamos então, como Salomão, a pedir a verdadeira sabedoria de coração, a que sabe julgar com justiça, a de quem escolhe Deus por meta e por herança.

E procuremos esse tesouro bem dentro de nós, vivendo-o… e essa pérola magnífica da fé, cuidando-a… e encontremos esse reino dos Céus que escolhemos, acreditando…

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