Sinais da Palavra

23º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Ser sentinela atenta, nos nossos dias… Mas, uma sentinela atenta não apenas à sua vida, mas também ao mundo que o rodeia. Com a consciência de uma responsabilidade que não fica fechada até em si próprio, mas que se faz sentir também sobre os irmãos, sobre o chamá-los ao caminho correto, se necessário, que passa pelo corrigir a desresponsabilização moral que se expande por toda a parte.

Porque, quando se afirma que cada um vive como quer e ninguém tem nada que ver com isso, O Senhor vem lembrar pelo profeta Ezequiel: «e tu não falares ao ímpio para o afastar do seu caminho, o ímpio morrerá por causa da sua iniquidade, mas Eu pedir-te-ei contas da sua morte».

Porque, quando hoje cada um se afasta das suas próprias responsabilidades e ninguém pensa sequer em reparar ofensas feitas, não se importando com quem vai pisando e maltratando pelo caminho, Jesus vem lembrar que somos um conjunto, onde todos nos ligamos pela misericórdia e pelo perdão de que todos precisamos, já que todos erramos, mas todos, reconhecendo esses mesmos erros, nos sentimos ligados por Deus ao Seu Amor. E diz-nos: «onde estão dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles».

Assim, cumpriremos a verdadeira caridade, como lembrava São Paulo, aquela que é o verdadeiro cumprimento da lei.

Por isso, não fechemos os nossos corações: à nossa própria vida, à dos irmãos, à voz do perdão e do Amor de Deus…

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