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Bispo da Diocese pede participação na Semana Santa respeitando as regras da saúde pública

Com o aproximar do Domingo de Ramos, 28 de março, em que a Sé de Viseu vai estar de portas abertas para a bênção dos ramos, às 10h45, e numa altura em que é tornado público o programa da Semana Santa na Catedral, o Bispo da Diocese, D. António Luciano, pede a participação dos fiéis “respeitando as regras da saúde pública”. Numa mensagem sobre a Semana Santa – que se pode ler na integra na edição semanal do Jornal da Beira de 25 de março – D. António Luciano afirma que a Páscoa deve ser vivida “festivamente”, pedindo que na porta de cada casa seja colocada uma cruz, ao mesmo tempo que apela a comportamentos responsáveis “evitando aglomerações” de pessoas.

O documento intitulado “Pregamos Cristo Crucificado”, da autoria do Bispo da Diocese e dirigido a todas as pessoas de boa vontade, realça que se viveu “um tempo das Igrejas vazias” e agora volta-se de novo “à celebração comunitária e presencial da Eucaristia”, com indicações para as celebrações da Semana Santa em tempo de pandemia.

No Domingo de Ramos (28 de março), “a celebração e a bênção dos ramos realiza-se dentro das Igrejas, procurando cada um levar o seu ramo para ser benzido”, sem partilhar os ramos.

Na manhã de Quinta-feira Santa (1 de abril), os sacerdotes, diáconos, consagrados e leigos celebram a Missa Crismal, presidida pelo Bispo, na qual os sacerdotes “se reúnem em presbitério e celebram o jubileu da ordenação os que têm 25, 60 e 70 anos de sacerdócio”.

Na celebração de Sexta-Feira Santa (2 de abril), memória da Paixão e Morte de Jesus, D. António Luciano pede às famílias que façam em casa “um altar com Jesus Crucificado”, diante do qual se dedique “um tempo de oração pessoal e familiar”.

“O Sábado Santo (3 de abril) é um dia de silêncio, de luto, de oração, de solidão e de repouso. Transformemos as perguntas e dúvidas em oração”, sugere o Bispo da Diocese. A celebração da Vigília Pascal, na noite de sábado, “celebra-se no interior da Igreja” para celebrar “a vida nova, que em Cristo Ressuscitado foi oferecida à humanidade”.

O Domingo da Ressurreição, “centro da espiritualidade cristã”, é celebrado também dentro da Igreja e sem “a procissão da Ressurreição com Jesus na Eucaristia”, mas em que D. António Luciano convida a viver “festivamente a Páscoa”.

 

 

 

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