Viseu

Memórias das freguesias de Viseu no Teatro Viriato

A Nicho Associação Cultural apresenta no Teatro Viriato, sexta-feira e sábado, dias 8 e 9 de janeiro, o espetáculo ‘Desgarradas e Meadas de Onde não se Vê o Fim’, produto final do projeto Diálogos, um programa de residências de criação artística desenvolvidas, ao longo do ano de 2020, em três freguesias do concelho de Viseu: Calde, Cavernães e Côta.

‘Desgarradas e meadas de onde não se vê o fim’ reúne, no palco do Teatro Viriato, os seis criadores/intérpretes – César Prata, Dennis Xavier, Emanuel Santos, Joana Martins, Joana Pupo e Patrick Murys – num exercício que parte das três performances para a criação de um espetáculo único, com a coordenação artística de Graeme Pulleyn.

Diálogos é um projeto de criação, programação e descentralização, financiado pela Câmara de Viseu, através do programa de apoio Viseu Cultura, que tem como principal objetivo valorizar o espólio oral e o património imaterial das freguesias de baixa densidade do concelho de Viseu, através da criação de novas dramaturgias que assentam na recolha de histórias e memórias locais e do envolvimento da comunidade na criação artística.

Na primavera e verão de 2020, a primeira edição do projeto levou seis artistas de diferentes áreas performativas – música, teatro e movimento – a trabalhar de forma imersiva com as comunidades das freguesias de Calde, Cavernães e Côta. Desse processo resultaram três performances distintas, que foram apresentadas nas três freguesias e na Quinta da Cruz, no Museu de História da Cidade e na mata do Fontelo, em Viseu, num total de 13 apresentações, que contaram com mais de 600 pessoas a assistir.

Os bilhetes para assistir ao espetáculo dos próximos dois dias custam três euros e podem ser adquiridos através da bilheteira do Teatro Viriato. As crianças até aos 12 anos têm entrada livre.

EA

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