Igreja

Ordenações de padres e diáconos em Lisboa, Lamego e Vila Real

Vila Real

O Bispo de Vila Real, D. António Augusto Azevedo, desafiou os dois padres que foram ordenados a 4 de julho, na Sé daquela cidade, a “não ficarem fechados num gabinete ou sacristia”, ou “à distância real ou virtual”. Na ordenação de dois sacerdotes e três diáconos, D. António Augusto Azevedo realçou também que a “paixão de ser povo, de estar com o povo e cuidar dele, é imprescindível a um estilo pastoral verdadeiramente evangélico”. “Para isso é necessário ultrapassar lógicas de egoísmo, fechamento, prepotência ou autossuficiência”, acrescentou o Bispo de Vila Real. Os diáconos Luís Miguel Figueiredo Coutinho, concelho de Peso da Régua, e Marcelo Garganta Rodrigues, concelho de Murça, foram ordenados padres. Os três novos diáconos são Miguel Ângelo dos Santos, de Alijó; Daniel Pinto Coelho, do concelho de Chaves, e João Paulo Cunha, de Boticas.

Lisboa

O Cardeal-patriarca de Lisboa presidiu a 4 de julho à ordenação de um diácono e quatro sacerdotes, no Mosteiro dos Jerónimos, e pediu a cada um para ser coerente, o que implica “ser profeta”, e alertou para a “popularidade fácil”. D. Manuel Clemente lembrou que “a popularidade fácil pode ser sinal de infidelidade grande”, disse que a vocação ao sacerdócio implica “contraste em relação ao que vulgarmente se diz e pratica” e indicou que para ser coerente é necessário “aprender a ser profetas”, o que “há de preencher o ministério” durante “toda a vida”. Foram ordenados sacerdotes os diáconos António Ribeiro de Matos, Patrice Nikiema, Pedro Figueiredo e João Silva, do Patriarcado de Lisboa, e ordenado diácono Daniel Matequeme Mateus, da Congregação dos Missionários do Verbo Divino.

Lamego

O Bispo de Lamego, D. António Couto, presidiu à ordenação presbiteral do diácono João Miguel Pereira, a 4 de julho, na igreja catedral. “Temos de olhar uns para os outros com muito mais qualidade, com muito mais carinho, com muito mais ternura. É assim o nosso Deus que se quis fazer ver no rosto de Jesus, tão pequenino que nasceu numa família como nós, e que vive no meio de nós como nós: Fez-se nosso irmão”, disse D. António Couto, na celebração transmitida pelo Seminário Maior de Lamego. “Um presbítero no dia em que perder o estremecimento, o espanto e a emoção o que é que fica? Um cristão no dia em que perder o estremecimento, o espanto e a emoção fica o quê? Não fica nada”, alertou. “Vivemos lado a lado com Deus e tantas vezes, nem sequer estremecemos”, observou o Bispo de Lamego, na homilia da ordenação presbiteral do diácono João Miguel Pereira.

edição impressa JB 08/07/2021


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