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Rally de Portugal retoma passagem por Viseu já em 2027 com uma classificativa e base logística

PROVA TRAZ MEMÓRIAS A MUITOS VISEENSES

“Recordo-me bem. Ainda consegui autocolantes e conhecer Michéle Mouton”, vem à memória de Paula Batista. Sandra Pais foca-se na zona de Nelas: “Assisti a muitos em Vilar Seco, onde eu morava no final da década de 70, início da década de 80. Era fantástico, na Estrada Nacional de Viseu para Nelas, faziam a descida em grande velocidade e a fazer muito barulho. Ficou-me na memória até hoje”. “A classificativa de Cavernães (Viseu) era brutal. Em casa ninguém perdia um rali. Nesse dia era quase como se fosse feriado. Os professores deixavam-nos sair mais cedo das aulas. Era um ritual, ano após ano”, lembra Cristina Reis, que tinha como piloto preferido Michéle Mouton, contradizendo com os irmãos que gostavam mais de Marku Allen: “Mas no final, ganhasse quem ganhasse, fazíamos todos uma festarola, porque vibramos com mais um Rally de Portugal”.

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