Viseu

“Se não fosse o setor social tudo teria sido mais difícil para muitas pessoas, porque o Estado não está próximo”

ENTREVISTA AO PROVEDOR DA SANTA CASA, ADELINO COSTA, QUER AVANÇAR COM O PLANOP DE PORMENOR PARA CRIAR A CIDADE SOCIAL DA MISERICÓRDIA DE VISEU

Não se sabendo ao certo a data da fundação, a Santa Casa da Misericórdia de Viseu foi alterando o dia do seu aniversário. Desde 2016 que assinala a data no Dia Mundial dos Pobres, mas este ano adiou para 27 e 28 de novembro a comemoração dos seus 505 anos, que a torna uma das misericórdias mais antigas do país.  Dedicada a ‘fazer o bem a quem mais precisa’, tem hoje um largo projeto no setor social com 400 colaboradores, que reflete um orçamento de cerca de nove milhões de euros. O provedor, Adelino Costa, à frente dos destinos da Santa Casa desde janeiro de 2014, traça tempos difíceis agravados pela pandemia, mas reconhece que “ficámos todos mais fortes”, alinhando novos objetivos para os próximos três anos.

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Emília Amaral | edição impressa JB 25/11/2021


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