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A propósito da classificação das Serras da Freita e Arada como Zona Especial de Conservação

Há lugares que não se visitam apenas com os pés, mas com o tempo, com a memória e com o coração. A Serra da Freita é um desses lugares. Conheço-a há mais de uma década e, ainda assim, nunca chego verdadeiramente “pela primeira vez”, nem nunca sinto que a conheço por inteiro. Ela eleva-se até aos 1.100 metros de altitude e, desde 2009, é Geoparque Mundial da UNESCO, mas nenhuma classificação consegue esgotar o que ali se vive.

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