Sinais da Palavra

32º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Por: Pe. Nuno Azevedo

O estar atentos e vigilantes não pode ser viver no medo constante de que a morte nos surpreenda.

Onde colocamos a nossa esperança cristã, aquela de que nos falava São Paulo, ao dizer: «se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, do mesmo modo, Deus levará com Jesus os que em Jesus tiverem morrido?» Tudo se perde perante o medo da morte?

O mesmo apóstolo convidava-nos à consolação, uns aos outros, com esta mesma esperança, de quem acolhe a Palavra da Vida e a procura viver na constância e no conforto de acreditar. De quem como as virgens prudentes do evangelho vai alimentando a candeia da sua fé para que esta não se apague e continue a brilhar sempre, ainda mais forte nos momentos difíceis da espera «pelo esposo» que vem para salvar.

Afinal, como no salmo, a nossa alma tem sede de Deus, deste Deus que vem ao nosso encontro, que Se nos dá a conhecer, como a Sabedoria da primeira leitura; mas é preciso procurá-la com atenção e atitude vigilante, com todo o coração.

E não deixar adormecer o nosso coração com tantas falsas e surrealistas promessas de felicidade que o mundo de hoje propõe, para que a luz da fé, acesa desde o nosso batismo, se não apague como «as candeias» da insensatez.

Afinal, Deus é a única resposta de vida eterna! É o motivo pelo qual, também nós, ao longo de toda a vida, fomos ao seu encontro, para com Ele entrarmos na eternidade…

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